Alma que grita
Vento que sussurra
Frio que congela
Nas ruas de Paris
Imóveis como os cadeados
Que apesar de viverem em Paris
Só assistem aos mesmos cenários
Alma que gira
Noite que brilha
Cabeça que roda
Nos carrosséis de Paris
Imóveis como os cavalos
Que apesar de viverem em Paris
Ficam tontos nos mesmos cenários
Alma que clama
Torre que brilha
Olhos que se surpreendem
Sob o céu de Paris
Complexos como a torre
Que apesar de não desejarem ir embora
Ficam felizes ao dizer adeus