Era preciso que ela não mais o avistasse
Quem sabe seu coração se acalmasse
E na calmaria daquele coração
Haveria espaço para um senão
Um quê de bom senso
Uma lágrima no lenço
E um pedido de perdão
Era preciso que ele não mais voltasse
Quem sabe toda aquela dor passasse
E na calmaria daquele coração
Haveria a certeza de que não teria sido em vão
Um quê de saudade
Uma gota de vontade
E um retorno da emoção
Era preciso que tanta coisa mudasse
Quem sabe tudo aquilo acabasse
Dois corpos perdidos nas multidões
Um quê de precipício
Uma nova passagem ao paraíso
E uma sobrevida àqueles corações
